quarta-feira, 9 de maio de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
Oeiteiro (conto)
Oeiteiro (conto)
No tempo remoto, a ordem cósmica estava estabelecida. As estrelas e os planetas tinham já encontrado os campos de atracção e as órbitas. No sistema solar, o planeta Terra operava a separação entre os continentes e os oceanos. Foi nessa fronteira do tempo e do espaço que um cavaleiro, o aventureiro dos ares, se lançou em viagem numa nave movida pelo vento cósmico. A nave era a Tervitaire, ou 'que traz vida do espaço', feita de matéria viva de carne e osso.Viajou pelo tempo de muitas gerações, passou por todas as constelações e ao aproximar-se do termo da viagem, por inspiração criadora, localizou o planeta azul e logo acertou a direcção da trajectória para chegar ao planeta Terra. Chegou no sétimo dia da criação. Ele e a nave imobilizaram-se numa zona enxuta, entremeada de braços de mar e nesse sítio permanecem. O cavaleiro olhou para a nave magnificente e, agradecido, deu-lhe o nome de Serra de Aire que quer dizer que se ergue viva nos ares.
No tempo histórico dos humanos, José de Arimateia fazia a viagem de mar para Inglaterra e acostou no mar da Nazaré para ver com os próprios olhos o mito do aventureiro dos ares. Chegou ao local com uma comitiva numerosa e falou com o cavaleiro dos ares mas mal conseguiu entender o nome do cavaleiro e logo o baptizou com água do Jordão nomeando-o Oeiteiro, por ser a pronúncia mais adaptada à língua que se falava no reino. A água deste baptismo foi a primeira a correr pelas duas ribeiras que circundam o Oeiteiro. A comitiva permaneceu algum tempo no local e cada vez que se ouvia o mar da Nazaré, José de Arimateia ficava inquieto até que decidiu seguir para a Inglaterra por terra, porque as embarcações ficaram inoperativas, não sendo possível repará-las ou substituí-las e também não conseguiu mobilizar a nave espacial.
Na idade média, os doze de Inglaterra quiseram conhecer a verdade do aventureiro dos ares para preparar a expedição antes da partida para Inglaterra. Pela marcha dos doze cavaleiros ao encontro do cavaleiro dos ares este foi reavivado. O cavaleiro dos ares ouviu o plano dos doze e levantou a cabeça clamando a bênção de São Bernardo. No regresso, em agradecimento pelo sucesso da expedição, os doze de Inglaterra, também conhecidos por magriços, trouxeram de França para o Oeiteiro, a imagem de São Bernardo que depuseram sobre a cabeça erguida do cavaleiro dos ares.
Este conto, se for verdadeiro, justifica o respeito pela Serra de Aire por se tratar de uma área viva; testemunham a vida da serra a inclinação dos flancos, os milhares de ossos petrificados e o algar do Trovão que é resquício do umbigo da criatura. Também mostra a razão por que o Outeiro (designação toponímica moderna oficial) se situa num sítio elevado e é delimitado por duas ribeiras e ainda o motivo de São Bernardo ser o padroeiro do lugar.
No tempo remoto, a ordem cósmica estava estabelecida. As estrelas e os planetas tinham já encontrado os campos de atracção e as órbitas. No sistema solar, o planeta Terra operava a separação entre os continentes e os oceanos. Foi nessa fronteira do tempo e do espaço que um cavaleiro, o aventureiro dos ares, se lançou em viagem numa nave movida pelo vento cósmico. A nave era a Tervitaire, ou 'que traz vida do espaço', feita de matéria viva de carne e osso.Viajou pelo tempo de muitas gerações, passou por todas as constelações e ao aproximar-se do termo da viagem, por inspiração criadora, localizou o planeta azul e logo acertou a direcção da trajectória para chegar ao planeta Terra. Chegou no sétimo dia da criação. Ele e a nave imobilizaram-se numa zona enxuta, entremeada de braços de mar e nesse sítio permanecem. O cavaleiro olhou para a nave magnificente e, agradecido, deu-lhe o nome de Serra de Aire que quer dizer que se ergue viva nos ares.
No tempo histórico dos humanos, José de Arimateia fazia a viagem de mar para Inglaterra e acostou no mar da Nazaré para ver com os próprios olhos o mito do aventureiro dos ares. Chegou ao local com uma comitiva numerosa e falou com o cavaleiro dos ares mas mal conseguiu entender o nome do cavaleiro e logo o baptizou com água do Jordão nomeando-o Oeiteiro, por ser a pronúncia mais adaptada à língua que se falava no reino. A água deste baptismo foi a primeira a correr pelas duas ribeiras que circundam o Oeiteiro. A comitiva permaneceu algum tempo no local e cada vez que se ouvia o mar da Nazaré, José de Arimateia ficava inquieto até que decidiu seguir para a Inglaterra por terra, porque as embarcações ficaram inoperativas, não sendo possível repará-las ou substituí-las e também não conseguiu mobilizar a nave espacial.
Na idade média, os doze de Inglaterra quiseram conhecer a verdade do aventureiro dos ares para preparar a expedição antes da partida para Inglaterra. Pela marcha dos doze cavaleiros ao encontro do cavaleiro dos ares este foi reavivado. O cavaleiro dos ares ouviu o plano dos doze e levantou a cabeça clamando a bênção de São Bernardo. No regresso, em agradecimento pelo sucesso da expedição, os doze de Inglaterra, também conhecidos por magriços, trouxeram de França para o Oeiteiro, a imagem de São Bernardo que depuseram sobre a cabeça erguida do cavaleiro dos ares.
Este conto, se for verdadeiro, justifica o respeito pela Serra de Aire por se tratar de uma área viva; testemunham a vida da serra a inclinação dos flancos, os milhares de ossos petrificados e o algar do Trovão que é resquício do umbigo da criatura. Também mostra a razão por que o Outeiro (designação toponímica moderna oficial) se situa num sítio elevado e é delimitado por duas ribeiras e ainda o motivo de São Bernardo ser o padroeiro do lugar.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
BTT E PASSEIO PEDESTRE
Realizou-se ontem o IX passeio BTT organizado pela ACROM (Associação de Cultura e Recreio de Outeiro das Matas) que foi do agrado dos participantes. Ao mesmo tempo, um outro grupo lançou-se no passeio pedestre apreciando a natureza circundante.
Apresentamos abaixo algumas imagens.
sábado, 7 de abril de 2012
Comemoração da Paixão de Cristo - N. S. das Misericórdias
Via Sacra
Com o apoio do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Ourém, a paróquia de N. S. das Misericórdias, Ourém, comemorou, nesta Sexta-Feira Santa dia 6 de Abril, a Paixão e Morte de Cristo com a encenação da Via Sacra nas ruas do Centro Histórico e nos espaços envolventes do Castelo, terminando com a celebração final na Sé Colegiada, tendo participado um grande número de fiéis de toda a paróquia. Apresentamos abaixo algumas imagens desta celebração.
Imagens-vídeo
1.ª parte
2.ª parte
3.ª parte
sexta-feira, 6 de abril de 2012
terça-feira, 27 de março de 2012
IX Passeio de BTT ACROM
A secção de BTT "Pedais a Fundo" da Associação de Cultura e Recreio de Outeiro das Matas (ACROM) vai realizar o IX Passeio de BTT no dia 15 de Abril de 2012.
Data: 15 de Abril de 2012
Data: 15 de Abril de 2012
Localização: Outeiro das Matas, Freguesia de N. Sra. das Misericórdias (Castelo de Ourém) - Ourém
Abertura do Secretariado: às 08:00h
Partida às 09:00h.
Concentração : Junto à Sede da Associação
Concentração : Junto à Sede da Associação
Distâncias: Passeio 35 km
Dificuldade: Média
Inscrição : 5 Pedais (c/almoço 8 Pedais)
Almoço p/acompanhante: 5 Pedais
Inclui: Reforço Alimentar, Dorsal, Seguro e Banhos quentes
Info Line :
Inscrição : 5 Pedais (c/almoço 8 Pedais)
Almoço p/acompanhante: 5 Pedais
Inclui: Reforço Alimentar, Dorsal, Seguro e Banhos quentes
Info Line :
917 603 487 (Herculano Jesus)
916 131 147 (Paulo Pereira)
916 131 147 (Paulo Pereira)
Paulo Pereira
Associação de Cultura e Recreio de Outeiro das Matas
Associação de Cultura e Recreio de Outeiro das Matas
terça-feira, 6 de março de 2012
Imagens para recordar
Da esquerda para a direita: de pé, David Oliveira, Manuel Messias, José Reis (macho, da Maria Borges), José Agostinho Reis (ervilha), à frente, Manuel Santos Agostinho (estudante), Manuel Amaro Oliveira, Américo Fernandes (da Jacinta), José (da Júlia). Aquele que está cortado é o Joaquim bonito.
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